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ISO 9000 - GERENCIAMENTO DA MELHORIA |
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Como
foi abordado anteriormente, se o que vocês necessitam é de um
Gerenciamento da Rotina, um Programa da Qualidade Total é suficiente,
mas caso o que estão buscando é um Gerenciamento da Melhoria,
o que deve ser implementado é o que chamamos de um Programa
de Garantia da Qualidade, atualmente Sistema de Gerenciamento
da Qualidade segundo a Norma NBR ISO 9000.
| Mas
qual é a diferença entre um Programa e outro? |
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A partir do Gerenciamento da Rotina do dia a dia, muitas
das vezes não basta manter o processo tendo o mesmo resultado,
ou por questões de mercado ou por razões próprias. Logo
o primeiro passo é verificar o que pode e deve ser melhorado
no processo atual. |
| Como
fazer? |
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Utilizamos
o que foi descrito como Método de Melhoria de Processo,
que é um fluxograma que descreve passo a passo o que deve
ser feito para se alcançar uma melhoria. |
| ETAPA |
FASE |
OBJETIVO
DA FASE |
| 1 |
Identificação
do problema |
Definir
claramente o problema e reconhecer sua importância. |
| 2 |
0bservação |
Investigar
as características específicas do problema com uma visão
ampla e sob vários pontos de vista. |
| 3 |
Análise |
Descobrir
as causas fundamentais. |
| 4 |
Plano
de ação |
Conceber
um plano para bloquear as causas fundamentais. |
| 5 |
Ação |
Bloquear
as causas fundamentais. |
| 6 |
Verificação |
Verificar
se o bloqueio foi efetivo. |
| 7 |
Padronização |
Prevenir
contra o reaparecimento do problema. |
| 8 |
Conclusão |
Recapitular
todo o processo de solução do problema para trabalhos
futuros. |
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| Este
Método está baseado no CICLO PDCA |
Utilizamos o que foi descrito como Método de Melhoria de Processo,
que é um fluxograma que descreve passo a passo o que deve ser
feito para se alcançar uma melhoria.
| Etapa
1 - Identificação do Desvio (problema ou desafio).
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| 1.1-
Escolha do Desvio (problema ou desafio); |
| 1.2-
Descrição das etapas do processo onde está ocorrendo
o desvio; |
| 1.3-
Histórico do Desvio; |
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1.4- Mostrar perdas atuais e ganhos viáveis;
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1.5- Fazer a análise do Gráfico de Pareto
ou Matriz de Preferência; |
| 1.6-
Nomear responsáveis (Time da Qualidade). |
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2.1- Descoberta das características do desvio
através de coleta de dados;
| obs.:
recomendação importante: quanto mais tempo
você gastar aqui mais fácil será para resolver
o problema (não salte esta parte). |
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2.2- Descoberta das características
do desvio através de observação local; |
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2.3- Cronograma, orçamento e meta. |
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3.1- Definição das causas influentes; |
| 3.2-
Escolha das causas mais prováveis (hipóteses); |
| 3.3-
Análise das causas mais prováveis (verificação das
hipóteses); |
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3.4- Decisão: houve confirmação de alguma
causa mais provável?
|
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3.5- Teste de consistência da causa fundamental.
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4.1- Elaboração da Estratégia de Ação; |
| 4.2-
Elaboração do plano de ação para o bloqueio e revisão
do cronograma e orçamento final. |
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| 6.1-
Comparação dos resultados;
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6.2- Listagens dos efeitos secundários; |
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6.3- Verificação da continuidade ou não do desvio;
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6.4- Decisão: O Bloqueio foi efetivo? |
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7.1- Elaboração ou alteração do padrão; |
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7.3- Educação e treinamento;
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7.4- Acompanhamento da utilização do padrão. |
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8.1- Relação dos problemas remanescentes; |
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8.2- Planejamento do ataque aos problemas
remanescentes; |
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| Ferramentas
da Qualidade Utilizadas em cada Etapa e Observações: |
| 1.1-
Escolha do Desvio (Problema ou Desafio) |
|
Ferramentas: Gráficos, anotações, estatísticas
e outras formas de coleta de dados e fatos (Qualidade,
Custo, Atendimento, Moral, Segurança). |
| Observações:
Um problema é o resultado indesejável de um trabalho (esteja
certo de que o problema escolhido é o mais importante,
baseado em fatos e dados). Exemplo: perda de produção
por parada de equipamento, redução do volume de vendas,
pagamento em atraso e outros. |
| 1.2-
Descrição das Etapas do processo. |
|
Ferramentas: Lista das etapas do processo, na forma
de relato ou Fluxograma. |
| Observações:
O levantamento da lista de etapas do processo deve ser
feito através da observação de como ele é executado na
prática, isto é, da forma e no local em que é desenvolvido.
|
| Ferramentas:
Gráficos, Listas de Verificação, Cartas de Controle e
outros Imagens: registros via vídeo e/ou fotográfico,
desenhos e/ou esquemas da disposição física do local.
|
| Observações:
Qual a freqüência do desvio? Como ocorre? |
| 1.4-
Mostrar perdas atuais e ganhos viáveis: |
Observações:
O que se está perdendo? (Custo da Qualidade), quanto ao
faturamento, clientes e outras formas.
O que é possível ganhar? |
| 1.5-
Fazer a Análise do Gráfico Pareto ou Matriz de Preferência: |
| Ferramentas:
Análise dos Gráficos ou da Matriz. |
| Observações:
A análise do Gráfico de Pareto permite priorizar temas
e estabelecer metas numéricas viáveis, subtemas podem
também ser estabelecidos se necessário. É utilizado quando
se tem dados por atributos (características) associados
à variáveis (dados numéricos). A Matriz de Preferência
é também utilizada para priorizar dados por atributos,
isto é , dados não numéricos. |
|
Nota: não se procuram causas aqui, só resultados
indesejáveis. |
| 1.6-
Nomear Responsáveis (Time ou grupo da Qualidade): |
| Ferramentas:
Nomear as pessoas, através de seu perfil pessoal e profissional. |
| Observações:
Nomear a pessoa responsável ou nomear o grupo responsável
e o Líder. Propor uma data limite para ter o desvio solucionado
(importantíssimo). |
| 2.1-
Descoberta das características do Desvio através de coleta
de dados. |
Ferramentas:
| -
Análise do Gráfico de Pareto; |
| -
Lista de verificação (coleta de dados -5W 1 H);
|
| -
Priorize (escolha os temas mais importantes e retorne).
|
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 |
Observações:
Observe
o problema sob vários pontos de vista (estratificação);
|
a) Quanto ao TEMPO - os resultados são diferentes
de manhã, à tarde, à noite, às segundas-feiras,
feriados, etc? |
| b)
Quanto ao LOCAL - os resultados são diferentes
em partes diferentes de uma peça(defeitos no topo,
na base, periferia)? em locais diferentes (acidentes
em esquinas, no meio da rua, calçadas), etc.? |
|
c) Quanto ao TIPO - os resultados são diferentes
dependendo do produto, matéria-prima, do material
usado?
|
| d)
Quanto ao SINTOMA - os resultados são diferentes
se os defeitos são cavidades ou porosidade, se absenteísmo
é por falta ou licença médica, se a parada é por
quebra de um motor ou falha mecânica, etc.?
|
|
e) Quanto ao INDIVÍDUO - que turma? que operador?
Deverá também ser necessário investigar aspectos
específicos, por exemplo: umidade relativa do ar
ou temperatura ambiente, condições dos instrumentos
de medição, confiabilidade dos padrões, treinamento,
quem é o operador, qual a equipe que trabalhou,
quais as condições climáticas, etc.
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|
"5W
1H"- faça as perguntas:
Construa vários tipos de gráficos de Pareto conforme
os grupos definidos na estratificação.
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| 2.2.
Descoberta das características do Desvio através de observação
no local. |
| Ferramentas:
Análise no local da ocorrência do problema pelas pessoas
envolvidas na investigação, de forma aleatória, quanto
a horário e freqüência de observação. |
| Observações:
Deve ser feita não no escritório mas no próprio local
da ocorrência, para coleta de informações suplementares
que podem ser obtidas na forma de dados numéricos, podem
ser utilizadas camera de vídeo e/ou fotográfica. |
| 2.3-
Cronograma, orçamento e meta. |
| Ferramentas:
Cronogramas, e orçamentos preliminares. (servirão como
base sobre os custos). |
|
Observações: Estimar um cronograma para referência.
Este cronograma pode ser atualizado em cada processo.
Estimar um orçamento. Definir uma meta a ser atingida. |
| 3.1-
Definição das causas influentes. |
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Ferramentas:
Tempestade Cerebral (Brainstorming) e Diagrama de Causa
e Efeito; Perguntar: Por que ocorre o Problema? |
Observações:
|
Formação do Time da Qualidade: envolva todas
as pessoas que possam contribuir na identificação
das causas. As reuniões devem ser participativas. |
| Diagrama
de Causa e Efeito: anote o maior número possível
de causas, estabeleça a relação de causa e efeito
entre as causas levantadas. Construa o Diagrama
colocando as causas mais gerais nas espinhas maiores
e causas secundárias, terciárias, etc., nas ramificações
menores. |
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| 3.2-
Escolha das causas mais prováveis (hipóteses) |
| Ferramentas:
Identificação no Diagrama de Causa e Efeito. |
Observações:
|
Causas mais prováveis: as causas assinaladas
na fase anterior têm que ser reduzidas por eliminação,
das causas menos prováveis baseadas nos dados levantados
no processo de observação. Aproveite também as sugestões
baseadas na experiência do grupo e dos superiores
hierárquicos; baseado ainda nas informações colhidas
na observação priorize as causas mais prováveis.
Cuidado com efeitos "cruzados": problemas que resultam
de 2 ou mais fatores simultâneos. Maior atenção
nestes casos. |
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| 3.3-
Análise das causas mais prováveis (verificação das Hipóteses).
|
| Ferramentas:
Coletar novos dados sobre as causas mais prováveis
usando a lista de verificação. Analisar dados coletados
usando Pareto, Diagramas de Relação, Histogramas, e outros
Gráficos. Testar as causas. |
|
Observações:
Visite o local onde atuam as hipóteses. Colete informações.
Estratifique as hipóteses, colete dados utilizando a lista
de verificação para maior facilidade. Use o Pareto para
priorizar , o Diagrama de Relação para testar a correlação
entre a hipótese e o efeito. Use o Histograma para avaliar
a dispersão e gráficos para verificar a evolução. Teste
as Hipóteses através de experiências. |
| 3.4-
Houve confirmação de alguma causa mais provável? |
Ferramentas:
Decisão:
|
Resposta afirmativa, prossegue
para a fase 3.5 |
|
Resposta negativa, voltar para a fase 3.2.
|
|
| Observações:
Com base nos resultados
das experiências será confirmada ou não a existência de
relação entre o problema (efeito) e as causas mais prováveis
(hipóteses).
|
| 3.5-
Teste de consistência da causa fundamental. |
| Ferramentas:
Existe evidência técnica de que é possível bloquear? O
bloqueio geraria efeitos indesejáveis? |
| Observações:
Se o bloqueio é tecnicamente impossível ou se pode provocar
efeitos indesejáveis (sucateamento, alto custo, retrabalho,
complexidades, etc.) pode ser que a causa determinada
ainda não seja a causa fundamental, mas um efeito dela.
Transforme a causa no novo problema e pergunte outro
Por quê? voltando ao início do fluxo deste processo.
|
| 4.1-
Elaboração da Estratégia de ação. |
| Ferramentas:
Discussão com o grupo envolvido. |
| Observações:
Certifique-se de que as ações serão tomadas sobre as causas
fundamentais e não sobre seus efeitos. Certifique-se de
que as ações propostas não produzem efeitos colaterais,
se ocorrerem adote ações contra eles. Proponha diferentes
soluções. Analise a eficácia e custo de cada uma. Escolha
a melhor. |
| 4.2-
Elaboração do plano de ação para o bloqueio e revisão
do cronograma e orçamento final. |
Ferramentas:
| -
Discussão com o grupo envolvido. |
|
Observações:
| -
Defina o que será feito (what) |
|
- Defina
quando será feito (when) |
| - Defina
onde será feito (where) |
|
- Esclareça porque
será feito (why) |
|
- Detalhe ou delegue o detalhamento de como
será feito (how)
|
| -
Determine a meta a ser atingida e quantifique ($,
Toneladas, defeitos, etc.) |
| -
Determine os itens de controle e verificação
dos diversos níveis envolvidos.
|
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| 5.1-
Treinamento na realização do trabalho. |
Ferramentas:
| -
Divulgação do plano a todos os colaboradores envolvidos.
|
| - Reuniões
participativas |
| -
Técnicas de Treinamento |
|
| Observações:
Certifique-se de quais ações necessitam da ativa cooperação
de todos. Dê especial atenção a estas ações. Apresente
claramente as tarefas e a razão delas. Certifique-se que
todos entendem e concordam com as medidas propostas. |
| Ferramentas:
Plano de ação e cronograma. |
|
Observações: Durante a execução verifique fisicamente
e no local em que as ações estão sendo efetuadas. Todas
as ações e os resultados bons ou ruins devem ser registrados
com a data em que foram tomados. |
| 6.1-
Comparação dos resultados. |
| Ferramentas:
Pareto, Cartas de Controle e Histogramas. |
|
Observações: Deve-se utilizar os dados coletados
antes e após a ação de Bloqueio para verificar a efetividade
da ação e o grau de redução dos resultados indesejáveis.
Os formatos usados na comparação devem ser os mesmos antes
e depois da ação. Converta e compare os efeitos, também
em termos monetários. |
| 6.2-
Listagens dos efeitos secundários. |
| Observações:
Toda alteração do sistema pode provocar efeitos secundários
positivos ou negativos. Liste-os. |
| 6.3-
Verificação da Continuidade ou não do Problema. |
| Ferramentas:
Gráfico seqüencial |
| Observações:
Quando o resultado da ação não é tão satisfatório quanto
o esperado, certifique-se de que todas as ações planejadas
foram implementadas conforme o plano. Quando os efeitos
indesejáveis continuam a ocorrer, mesmo depois de executada
a ação de Bloqueio, significa que a solução apresentada
foi falha. |
| 6.4-
O Bloqueio foi efetivo? |
| Ferramentas:
Pergunta: a causa fundamental foi efetivamente encontrada
e bloqueada? Caso negativo, voltar a fase 6.2. Caso positivo,
progredir para as outras fases. |
|
Observações: Utilize as informações levantadas nas
fases anteriores para a decisão. Se a solução foi falha
retorne a etapa 2 (Observação). |
| 7.1-
Elaboração ou Alteração do padrão. |
| Ferramentas:
Estabeleça o novo procedimento operacional ou reveja o
antigo pelo 5W 1H . Incorpore sempre que possível um mecanismo
Fool Proof ou a prova de Bobeira. |
|
Observações: Esclarecer no Procedimento Operacional:
O que, Quem, Quando, Onde, Como e principalmente Por que,
para as atividades que efetivamente devem ser incluídas
ou alteradas nos padrões já existentes. Verifique se as
instruções, determinações e procedimentos implantados
na etapa 5 devem sofrer alterações antes de serem padronizados,
baseado nos resultados obtidos na etapa 6. Use a criatividade
para garantir o não reaparecimento dos problemas, incorpore
no padrão, se possível, o mecanismo À PROVA DE BOBEIRA,
de modo que o trabalho possa ser realizado sem erro por
qualquer trabalhador. |
| Ferramentas:
Comunicados, circulares, reuniões, etc. |
|
Observações: Evite possíveis confusões: estabeleça
a data de início da nova sistemática, quais as áreas que
serão afetadas para que a aplicação do padrão ocorra em
todos os locais necessários ao mesmo tempo e por todos
os envolvidos. |
| 7.3-
Educação e Treinamento. |
Ferramentas:
|
-
Manuais de treinamento, Instruções de Trabalho e
Procedimentos Operacionais
|
| -
Treinamento no trabalho |
|
|
Observações: Garanta que os novos padrões ou as alterações
nos existentes sejam transmitidas a todos os envolvidos.
Não fique apenas na comunicação por meio de documento,
é preciso expor a razão da mudança e apresentar com clareza
os aspectos importantes e o que mudou. Certifique-se de
que os funcionários estão aptos a executar o procedimento
operacional padrão. Proceda o treinamento no próprio local
de realização do trabalho. Providencie documentos no local
e na forma que forem necessários.
|
| 7.4-
Acompanhamento da utilização do padrão. |
Ferramentas:
| -
Sistema de verificação do cumprimento do padrão.
|
|
-
Documentos de controle (Relatórios).
|
|
Observações:
| -
Evite que um problema resolvido reapareça devido
à degeneração no cumprimento dos padrões;
|
|
-
Estabelecendo sistema de verificações periódicas;
|
| -
Delegando o gerenciamento por etapas; |
|
-
O supervisor deve acompanhar periodicamente sua
turma para verificar o cumprimento dos procedimentos
operacionais padrão. |
|
| 8.1-
Relação dos problemas remanescentes |
Ferramentas:
|
-
Demonstrações gráficas. |
|
|
Observações: Buscar a perfeição. por um
tempo longo pode ser improdutivo, a situação ideal quase
nunca existe, portanto, delimite as atividades quando
o limite de tempo original for atingido. Relacione o que
e quando não foi realizado. Mostre também os resultados
acima do esperado, pois são indicadores importantes para
aumentar a eficiência nos futuros trabalhos.
|
| 8.2-
Planejamento do ataque aos problemas remanescentes. |
| Ferramentas:
Aplicação do método de solução de problemas nos que forem
importantes.
|
|
Observações: Reavalie os itens pendentes,
organizando-os para uma futura aplicação do método de
solução de problemas. Se houver problemas ligados a própria
forma que a solução de problemas foi tratada, isto pode
se transformar em tema para projetos futuros. |
| Ferramentas:
Reflexão cuidadosa sobre as próprias atividades desenvolvidas
na solução de problemas. |
Observações: Analise as etapas executadas do método
de solução de problemas nos aspectos:
|
1. Cronograma - houve atrasos significativos
ou prazos folgados demais? Quais os motivos? |
|
2. Elaboração do Diagrama Causa - Efeito
- Foi superficial? Isto dará uma medida de maturidade
da equipe envolvida. Quanto mais completo o diagrama,
mais habilidosa a equipe. |
|
3. Houve Participação dos membros? O grupo era
o melhor para solucionar aquele problema? As reuniões
eram produtivas? O que melhorar? |
|
4. As Reuniões ocorreram sem problemas (faltas,
brigas, imposições de idéias)? |
|
5. A Distribuição de Tarefas foi bem realizada? |
| 6.
O grupo ganhou Conhecimentos? |
|
7. O grupo melhorou a técnica de solução
de problemas, usou todas as técnicas? |
| -
Determine os itens de controle e verificação
dos diversos níveis envolvidos.
|
|
| Uma
vez que os resultados planejados foram alcançados, a Padronização
do Processo é o passo mais importante e que vamos analisar
com mais atenção a partir de agora. |
| Conceito:
Padronização - "É a unificação do comportamento dos indivíduos
segundo modelos aceitos por um grupo (padrões)" |
| PRINCÍPIOS
DA PADRONIZAÇÃO |
| Consenso
- o padrão deve ser alcançado através da discussão
com todos os envolvidos para que ele obtenha o consenso
e deve reportar inicialmente a prática atual.
|
| Linguagem
Apropriada - Todo o padrão para ser reproduzido
deve estar sob a forma de um documento, logo a linguagem
utilizada para descrevê-lo deve ser a adequada para
que todos possam lê-lo e compreendê-lo. |
|
Flexibilidade - Como o padrão
é algo dinâmico, logo deverá ser revisado e quando
necessário alterado.
|
Um dos tipos mais utilizados de Padronização
é através das Normas.
Para se padronizar utiliza-se o que hoje conhecemos
com o nome de Garantia da Qualidade, que vem a ser: "Todas
as ações planejadas e sistemáticas necessárias para prover
confiança adequada de que um produto ou serviço atenda
aos requisitos definidos da qualidade."
Podemos abordar a palavra previsibilidade
para o processo, isto é, sabendo todos os passos, todas
as partes envolvidas (material, pessoal e controle) é
possível saber antecipadamente o resultado que iremos
alcançar no final. |
|
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| Newsgroup
|
|
 |
Participe
enviando e recebendo informações sobre a área
de seu interesse.
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| Páginas
Azuis |
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Consulte
a maior lista de serviços da internet!
Aqui você vai encontrar tudo para montar seu negócio.
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