Terapia do Negócio - 6. Motivação


1. “Pequenas diferenças em uma habilidade que você tenha, podem causar enormes diferenças nos resultados da sua vida”
Autor: Rich Fettke
Um dos mais importantes conceitos já descobertos no campo da performance humana é o chamado de "conceito da vitória por um décimo". Este conceito, ou princípio, estabelece que "pequenas diferenças em uma habilidade podem causar enormes diferenças nos resultados."

Este princípio significa que se você se tornar somente um pouquinho melhor em certas áreas críticas da vida, isso resultará em enormes vantagens finais. Na verdade você pode estar a ponto de ter um enorme sucesso neste exato instante, seja na vida profissional, romântica, familiar ou espiritual, bastando aprender este conceito e praticar algo novo e diferente do que você tem praticado até aqui.

Se um cavalo chega em primeiro lugar, em uma corrida, por "um nariz" de diferença, ele ganha 10 vezes o prêmio em dinheiro do cavalo que chegou em segundo lugar, mesmo que a diferença seja de um centímetro, com a confirmação feita pela câmera fotográfica.

Isso significa que o cavalo vencedor "por um nariz" é 10 vezes mais rápido que o cavalo que ficou em segundo lugar? Claro que não. Será que o cavalo que chegou em primeiro lugar é 50% mais rápido, ou 10% mais rápido? Não, nada disso. O cavalo que ganhou a corrida foi somente "um nariz" mais rápido, praticamente igual ao segundo colocado, mas ganhou a corrida e levou um prêmio 10 vezes maior.

Na vida acontece a mesma coisa. Algumas vezes não sabemos porque uma pessoa, ou uma empresa, "tem tanta sorte" enquanto outra, aparentemente igual, não sai do lugar. Pode ser aquela vitória "por um nariz" de diferença. E, geralmente, isso só pode ser obtido com um tipo de comprometimento acima da média. Os melhores cavalos e jóqueis praticam repetidas vezes, somente para conseguir aquele centímetro extra, no momento certo...

Talvez o que falte para você é comprometer-se mais um pouco, aprender mais um pouco, treinar mais um pouco. Se você acha que já merece o prêmio, mas ainda não o obteve, pode ser que você esteja sempre perdendo "por um nariz" de diferença. Talvez, falte somente isso: um centímetro para a sua vitória.

Treine mais, concentre-se mais, repita mais aquilo que dá certo, cuide mais de quem você ama, trate melhor a si mesmo, estude mais, descanse mais... só você sabe o que vai lhe dar este centímetro de vantagem. Um centímetro que vale 10 vezes mais.

2. Se você acredita que pode...
   "Se você acredita que pode, você tem razão. Se você acredita que não pode, você também tem razão"
Henry Ford

Vivemos em um mundo de ilusões e interpretações que acreditamos serem realidade. Como os personagens de Matrix, jamais vemos as coisas realmente como elas são.

Antes de Henry Ford, criador da indústria automobilística moderna e da linha de produção, todos os fabricantes de carros achavam que não poderiam fabricar veículos baratos em série, que não poderiam ganhar dinheiro assim, que não poderiam fazer suas indústrias crescerem. Era uma "fantasia", uma crença limitadora na qual todos apostavam. Ford tinha uma fantasia diferente, uma crença libertadora de que ele poderia vender carros mais baratos, poderia ganhar dinheiro, poderia fazer sua indústria crescer. E ficou multimilionário por acreditar nisso, e agir para isso dar certo, levando os concorrentes arrogantes à falência e ven dendo carros para os próprios funcionários e suas famílias -- o que todos diziam ser impossível.

Quando acreditamos em alguma coisa, não importa se tal coisa é real ou não, nos comportamos com base na crença, jamais com base na realidade. Isso acontece porque nosso cérebro procura "provas" para tudo aquilo em que acreditamos, ou somos ensinados a acreditar. A maioria das vezes são provas circunstanciais e racionalizações sem lastro, mas para nós são provas incontestáveis da realidade e, portanto, não vemos tais coisas como "crença", mas como fatos -- embora não o sejam.

Assim, se você acredita que pode fazer algo, ser algo, viver algo, sentir algo, ter algo, sua mente obedecerá e buscará este "algo" sem questionar porque pensará que isso é a realidade. Mas se você acredita que não pode fazer algo, não pode viver algo, não pode sentir algo ou não pode ter algo, sua mente também obedecerá sem questionar, por entender que essa é a sua realidade, por achar que su as limitações são externas à você. Claro que você não notará, mas sua mente sabotará qualquer coisa que vá contra aquilo em você acredita.

Acreditar é uma bênção ou um pesadelo. A maioria das pessoas acredita em "crenças limitadoras". Acreditam que não podem aprender uma matéria na escola ou uma nova função na empresa (pensam que não são inteligentes, jovens, bonitos, ricos... o bastante), acreditam que não podem encontrar um amor de verdade (pensam que não merecem, não sabem ou não existe tal amor), acreditam que não podem ganhar dinheiro (pensam que dinheiro é algo errado ou que é pecado ter), acreditam que não podem fazer nada para ajudar outras pessoas (pensam que são muito frágeis ou pobres para fazer qualquer mudança no mundo), acreditam que não conseguirão vender mais (acreditam que vender é empurrar algo que alguém não deseja ou não precisa)... e assim por diante.

Pensam que estão analisando a realidade, quando na verdade apenas reagem àquilo em que a creditam.

Então, se acreditamos que podemos fazer algo, a realidade não importa? Claro que importa. Acreditar que você pode bater asas não muda as leis da física e você cairá como uma pedra, mas por que aceitar uma crença licitadora quando podemos adotar uma crença libertadora? É comum escutar: nem sempre o otimismo ajuda, mas o pessimismo sempre atrapalha. Quando temos crenças libertadoras, nosso limite é a realidade. Quando temos crenças limitadoras, nosso limite é nossa própria crença.

Aleijadinho acreditava que podia esculpir, mesmo sem as mãos. Beethoven acreditava que podia compor, mesmo surdo. Cora Coralina acreditava que podia escrever poesias, mesmo sem "ser estudada". Eles tinham crenças libertatoras.

Você não é aquilo que acredita ser ou que disseram que você é. Você é muito mais. Entre duas crenças, escolha sempre aquela que liberta você para ser uma pessoa melhor, mais feliz, mais completa e mais realizada. Pode até ser que sua crença libertadora não seja real, mas você só saberá disso se testa-la. Escolha seus pensamentos e crenças com cuidado, porque você terá que obedecer tais pensamentos e crenças por toda a sua vida.

3. Quanto mais alto se sobe numa escada, mais ela balança.
  Não se iluda! Quanto mais sucesso você tiver, quanto mais alto você subir, mais a sua escada balançará. Ela balançará pela altura ou porque os que estão embaixo a balançarão para fazer você cair.
Essa é a vida.
E como essa é a vida, não adianta reclamar. Não adianta querer ficar embaixo. Não adianta achar-se perseguido ou injustiçado.
O remédio é não dar bola para a torcida e continuar subindo, degrau por degrau, segurando-se como puder e já sabendo que ela vai balançar.
O consolo é que só uma pessoa sobe na escada.
Ela é única. ela é vencedora porque conseguiu subir.
Embaixo da escada tem um monte de gente igual, os perdedores.
Eles são muitos.
Assim, a alternativa é ser vencedor e subir ou ser perdedor e ficar embaixo.
Opte por subir, por maior que seja o risco da escada balançar.
Se você é empresário, arrisque subir. Diferencie sua empresa. Cuide da qualidade.
Se você é funcionário ou executivo, arrisque subir.
Faça tudo com sentimento de fazer, com comprometimento e atenção aos detalhes.
Queira subir. Suba!
Deixe os outros balançando a escada.
Conheço muita gente que, com medo do balanço da escada, nem tenta subir.
Fica embaixo. São pessoas que não tentam o novo, ficam na mesmice, não testam idéias inovadoras.
São pessoas que desistem mesmo antes de começar. Nem tentam um novo cliente, um novo contrato, um novo fornecedor porque acham, de antemão, que não serão recebidos, que não venderão, que não terão sucesso.
Ficam caladas. Concordam para se manter seguras embaixo da escada.
Não arriscam para conseguir algo novo.
Subir na escada pode ser arriscado. Mas, lembre-se que toda grande obra é sempre aos olhos do mundo uma imprudência.
Suba! Onde você está? Em cima ou embaixo da escada?
Não tenha medo de subir! Suba já!
4. Parábola da Caverna

Em obra clássica, a República, Platão desenvolve muitas idéias de seu mestre Sócrates. No livro VII, a parábola da caverna tornou-se um marco filosófico no pensamento ocidental sobre processos de mudança social, educação e desenvolvimento.

A alegoria pode ser resumida como segue.

“ Havia seres humanos vivendo em uma caverna subterrânea com uma abertura para o exterior e a luz. Eles estavam lá desde a infância; suas pernas e pescoços estavam acorrentados de tal modo que não se podiam mover; só podiam olhar para a frente, para a parede do fundo da caverna, pois eram impedidos de virar a cabeça por causa das correntes.

Havia um fogo ardente, a distância, que projetava sobre a parede do fundo as sombras de pessoas e objetos que passassem atrás.

Assim os prisioneiros da caverna, que só podiam olhar para aquela parede, acreditavam que as sombras que viam eram a realidade; e passaram a distingui-las e nomeá-las, associando-as ás formas que viam e aos sons que ouviam. As sombras eram a sua verdade, a realidade do seu mundo.

Imaginando que um deles pudesse libertar-se das correntes, pôr-se de pé, virar a cabeça e olhar para o fogo, ele sofreria com a súbita e intensa luminosidade e não poderia ainda ver a nova realidade. Ele precisaria acostumar-se com a claridade do fogo e a visão do mundo superior, além da caverna. Veria primeiro as sombras, depois os reflexos de homens e objetos na água e então os veria diretamente; depois veria o céu, o sol e poderia raciocinar sobre ele. Esta é a sequência do conhecimento.

Imagine-se que este homem retornasse á caverna . Teria dificuldades para acostumar-se novamente á semi- escuridão e para interpretar as sombras com habilidade, como seus antigos companheiros faziam. Estes diriam que ele voltara enxergando menos que antes e ridicularizariam suas idéias, não acreditando na estranha realidade que lhes era relatada.

Os prisioneiros concluiriam então que era melhor não sair da caverna, não rejeitar as sombras tão familiares, e que era extremamente perigoso aventurar-se lá fora.

E se o regressado insistisse em suas ousadas e esquisitas opiniões, seria julgado um perturbador da ordem e condenado por tal conduta ultrajante”.

A parábola da caverna, escrita no século IV a.c; discute as relações entre aparência, realidade e conhecimento, temas apaixonantes, atuais e ainda não esgotados no limiar do século XXI.

A caverna simboliza o mundo da visão aparente; a luz do fogo, o sol; a jornada ao exterior, subida ao mundo intelectual, do conhecimento e do bem. O mundo inferior ou visível composto de sombras, aparências disformes da realidade, e é habitado por homens que se tornam prisioneiros de suas crenças e opiniões baseadas simplesmente no que enxergam. O mundo superior, o inteligível, é a verdade, a realidade na qual os homens são livres para ver a luz, o sol, o mundo, a existência .

Passar do mundo das aparências para o mundo da realidade requer coragem para assumir riscos, motivação para mudança, mente aberta.

Na organização, em geral, a maioria das pessoas age como os prisioneiros da caverna, acomodados em suas crenças ortodoxas que bloqueiam novas idéias e visões, tal qual as correntes da alegoria de Platão.

Fonte: MOSCOVICI, FELA – RENASCENÇA ORGANIZACIONAL , LTC,RJ 1988.

5. Crer para Empreender

No mundo em que vivemos, devemos crer que investimos em algo que com certeza ira dar certo, por muitas vezes vemos pessoas caindo em erros já cometidos por outras pessoas e são nestes erros é que devemos prestar maior atenção, para venhamos a cometê-los.

Devemos ter todas grandes visões de futuro, com grande prosperidade financeira e sonhamos sempre com tudo de bom e melhor, mas deve-se ter a consciência que tudo almejado pode ser alcançado basta que tenhamos fé, não apenas no sentido religioso da coisa mas sim no significado de acreditar que a capacidade de chegar ao topo depende apenas de nos mesmos.

Nunca é tarde para ter o que sempre se sonhou, basta buscar e estar preparado para que no momento propicio nada atrapalhe o seu objetivo.

Um empreendedor deve ter sempre visão de futuro, e ter interiorizado a sua missão de vida, ou seja, sua razão de ser. Algumas pessoas imaginam que um futuro brilhante esta ligada apenas ao nome da Universidade que se formou ou a situação financeira de sua família, isso nem sempre e verdade, pois as pessoas não chegam a lugar nenhum se não tiverem formado objetivos para sua vida.

Todo ser humano deve sonhar e acreditar em seus sonhos e investir neles, e não se alto marginalizar porque nasceu em uma comunidade carente desprovida de desenvolvimento financeiro, devemos acreditar em nossa capacidade de absorver informações e transformá-las em potencial para nosso crescimento profissional. Temos como exemplo varias pessoas que nasceram sem perspectivas de crescimento em
atualmente são pessoas que marcaram nossa história, formação superior é
muito importante para entrar no mercado de trabalho mais não é tudo, devemos acima de tudo motivação.

Devemos ter objetivos, visão de futuro, vontade vencer, fé e temos que estar preparados para o momento certo de abrasar a oportunidade e chegar aos sonhos, porque em quanto a objetivo a vida e enquanto a vida a esperança. Tenhamos todos objetivos e esperança porque a vida, o mais difícil nos já temos.

Acredite Sempre, invista em seu futuro e nunca tenha medo de ariscar, tudo na vida é um risco inclusive viver.

6. Consciência e Competência

Um dia, quando os funcionários de uma empresa chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme com os seguintes dizeres:
Faleceu ontem a pessoa que impedia seu crescimento nesta empresa. Você está convidado para o velório, que será realizado na quadra de esportes.

No início todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo ficaram curiosos para saber quem estava bloqueando seu progresso dentro de seu trabalho. A agitação na quadra de esportes era tão grande que foi preciso chamar o pessoal da segurança para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava.

- Quem será que estava atrapalhando meu sucesso? Ainda bem que esse infeliz morreu!

Um a um, os funcionários agitados aproximaram-se do caixão, olhavam o defunto e engoliam a seco. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma.

Pois bem, certamente você já adivinhou que no visor do caixão havia um espelho.
Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento, você mesma. Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua existência e também a única pessoa que pode ajudar a si mesma. É dentro do seu coração que você vai encontrar a energia para ser artista de sua criação. O sol da vida está dentro de você. O resto é desculpa apenas. Sua vida não muda quando seu chefe muda, quando sua empresa muda, quando seu país muda. Sua vida muda quando você decide muda-la, responsabilizando-se por ela. Sempre aberta às mudanças e agradecendo ao Criador.

As grandes obras são idealizadas por gênios; realizadas por lutadores natos; desfrutadas por felizardos de bom senso; criticadas pelos inúteis de sempre.

7. Ponha um tubarão no seu tanque!!!!!

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.

Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Entretanto, os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado. Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, "como sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam
cansados e abatidos, porém, vivos.

Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor? Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?

Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando encontram um namorado maravilhoso, começam com sucesso numa empresa nova, pagam todas suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões. Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas de casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta.

Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50. "O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador". Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito vivo". Os peixes são desafiados.

Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista. Se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade.

Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença. "Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar."

8. “O que as escolas e muitos pais não ensinam sobre a vida”
Para qualquer pessoa, com filhos de qualquer idade, ou qualquer pessoa que já foi criança, aqui estão alguns conselhos que Bill Gates recentemente teria dado em uma conferência numa escola secundária nos EUA.
A conferência trata de coisas que os estudantes não aprendem na escola e nem em casa, fazendo com que concluam seus estudos a partir de uma visão irreal sobre a vida. Bill Gates fala sobre como a política do “bem estar” ou sentir-se bem" tem criado uma geração de crianças e jovens sem o real conceito da realidade e como essa política tem levado as pessoas a falharem em suas vidas posteriores à escola.

Regra 1: A vida não é fácil, acostume-se com isso.

Regra 2: O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil antes de você sentir-se bem com você mesmo.

Regra 3: Você não ganhará R$ 10.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

Regra 4: Se você acha seu professor rude e chato, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você em nenhuma circunstância. Você será cobrado o tempo todo.

Regra 5: Fritar hambúrgueres, cortar grama ou lavar carros não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de "oportunidade".

Regra 6: Se você fracassar, isso necessariamente não é culpa de seus pais. Então não lamente os erros de seus familiares, mas aprenda com eles.

Regra 7: Antes de você nascer seus pais não eram tão chatos como são agora. Eles só ficaram assim por ter que pagar as suas contas, levar você à escola, lavar suas roupas, fazer comida para você e ter que ouvir você falar o quanto você é legal e eles são chatos. Então, antes de salvar o planeta para a próxima geração, querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto, lavar seus talheres e ser mais amável com sua mãe.

Regra 8: Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e os perdedores por imposição da Associação de Pais, Alunos e Mestres, mas a vida não é assim, ela sempre fará esta distinção. Alguns pais não corrigem seus filhos, não os responsabilizam, fazendo-os arcar com as conseqüências de suas atitudes. Isto não se parece absolutamente em nada com a vida real.

Regra 9: A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre as férias livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

Regra 10: Novelas, filmes e televisão não são exemplos de vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou o clube e ir trabalhar.

Regra 11: Você pode ser um ótimo aluno, porém se não acordar cedo para a vida, verá que existem ótimos alunos hoje correndo atrás de caminhão de lixo(gari). Nem sempre ótimos alunos buscam ótimas oportunidades... E tem pais que não enxergam isso... e se enganam a vida toda ....

Obs: Se você não tem filhos ainda, guarde isso para que eles possam ler um dia.

8. “Dez pontos importantes para saber viver bem e relacionar-se bem ”
1. Ter positividade e alegria

Para saber viver bem é necessário ter muita positividade, conseguindo enfrentar com determinação os problemas, sem se abater e permanecendo alegre. Ser feliz não é não ter problemas. Isso é inevitável na vida humana. É saber lidar bem com eles, não se entregando.

2 – Ter visão, acreditando e agindo com persistência, sem desistir.

Para sermos felizes e bem sucedidos é necessário, antes de mais nada, acreditar que podemos conseguir aquilo que desejamos, agindo com persistência, não desistindo, aprendendo com os erros e esforçando-se sempre. Um sonho torna-se visão quando passamos a acreditar e agir para que aconteça.

3 – Ter equilíbrio/ inteligência emocional

Para conseguirmos ser felizes na vida pessoal e bem sucedidos na atividade profissional, equilíbrio e competência emocional são fundamentais. Não devemos ser explosivos e descontrolados e nem cair no extremo oposto, deixando de manifestar o que sentimos e pensamos e sendo contidos. Quem é descontrolado fere os outros e quem é reprimido e contido em excesso prejudica a si próprio e, como mostra a psicologia, termina falando através do corpo, pelas doenças. É a psicossomatização. O corpo fala. Precisamos aprender a ter muita habilidade na comunicação interpessoal, nem explodindo nem se reprimindo, sabendo externar o que sentimos na forma e na hora certas, levando em conta quem ouve e como vai reagir.

4 – Saber ouvir o que os outros têm a dizer

Ninguém é perfeito. Todos temos qualidades e também defeitos ou pontos a melhorar. O maior defeito é, por insegurança ou arrogância, julgando-se dono da verdade, não admitir defeitos e não ouvir o que os outros têm a dizer para ajudar-nos. É o “eu cego”: não querer ver em si próprio o que todos vêem Temos de ser receptivos para que aqueles com quem nos relacionamos tenham coragem e liberdade para revelar o que pensam de nós e em que devemos melhorar. É preciso saber ouvir e não apenas escutar. Somente escutar é como um balde furado: entra por um ouvido e sai pelo outro. Saber ouvir, além de ser realmente accessível, é saber registrar o que nos dizem e empenhar-se com persistência e muita vontade, para procurar melhorar no ponto negativo revelado. Comportamentos não se mudam de repente. Exige vontade e persistência. É o “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”. Não basta, por exemplo, reconhecer que somos descontrolados ou muito ansiosos para mudar repentinamente.

5 – Saber aprender sempre e adaptar-se às mudanças

Nunca podemos parar de querer aprender e atualizar-se, julgando-nos auto-suficientes e devidamente competentes. Temos de continuar a aprender e aprimorar-se sempre. Se isso sempre foi importante é muito mais atualmente em um mundo de mudanças vertiginosas. Todo cuidado é pouco para não ficar preso à tendência conservadora e repetitiva do ser humano. Precisamos estar abertos às mudanças.

6 – Saber inovar e desenvolver a criatividade

Em um mundo de mudanças, como colocado acima, ser criativo e saber inovar é muito importante. Todos temos um potencial criativo que pode ser desenvolvido através da exercitação e da superação de modelos rígidos, inconscientemente incorporados pela educação tradicional. Para conseguir ser criativos, precisamos liberar as idéias que nos vêm à mente, sem auto-crítica, somente depois buscando selecioná-las e escolhendo a melhor . É da quantidade que surge a qualidade. Quanto mais idéias melhor.

7 – Procurar cuidar bem da saúde

É melhor prevenir do que remediar. Depois poderá ser tarde. Precisamos estar muito conscientizados de nossa saúde, tendo uma alimentação saudável, exercitando o corpo com atividades físicas regulares, evitando o estresse excessivo, se for possível e, se não for, buscando equilibrá-lo com atividades relaxantes. Devemos fazer os exames médicos periódicos importantes, como o do coração para todos, o exame da próstata para os homens e o do câncer de mama para as mulheres. É importante. E mais importante, ainda, para quem não tem fator hereditário bom, o que exige mais cuidado: quando o pai ou a mãe ou algum dos avós morreu cedo, antes de 60 anos, por problema de saúde. Exemplo: quem não tem fator hereditário bom é mais vulnerável aos malefícios do cigarro, podendo morrer mais cedo, se fumar. Não podemos deixar de estar atentos a que “a Qualidade de Vida é uma qualidade devida e pode indicar qual idade de vida a pessoa terá!”

8 – Ter solidariedade

Devemos ajudar-nos mutuamente. Precisamos uns dos outros. O ser humano é um animal social, é incompleto individualmente. Juntos e unidos somos mais fortes e todos saímos ganhando. È na hora da necessidade - física, psicológica ou material - que melhor conhecemos as pessoas com quem lidamos -parentes, amigos, colegas - percebendo se são realmente solidárias, se podemos contar com elas e elas conosco. Quem não é realmente solidário, comportando-se de forma insensível e egoísta, cedo ou tarde, termina recebendo o troco. Quando existe solidariedade, é gratificante e emocionante. Descobrimos aqueles com quem podemos contar. Os que de forma espontânea e generosa procuram ajudar, fazendo o que está ao seu alcance e dando apoio. Isso deixa os dois lados muito mais felizes, quem é ajudado e quem ajuda. Precisamos dar o exemplo e saber ser solidários. “Os exemplos arrastam”.

9 – Ter empatia

Ter empatia com as pessoas com quem nos relacionamos e também conseguir que elas tenham empatia conosco é muito importante no relacionamento. Empatia significa conseguir conhecer e sentir as pessoas por dentro, não ficando apenas nas aparências e primeiras impressões, fazendo julgamentos precipitados. Nossas lentes perceptivas podem falhar e afetar nosso julgamento sobre os outros com quem passamos a nos relacionar. Além de estarmos atentos para evitar esses julgamentos apressados e incorretos, devemos criar nos relacionamentos um clima construtivo e transparente no qual cada um possa de fato conhecer e sentir o outro. As aparências enganam. Ficaremos muito mais felizes se formos bem compreendidos e vice-versa, sendo os outros bem percebidos e compreendidos por nós.

10 – Saber resolver bem os conflitos

Os conflitos são inevitáveis no relacionamento humano, tanto na vida pessoal como no trabalho. São decorrentes das diversas maneiras de ver a vida e incorporar valores, estilos de comportamento e modelos. Os problemas maiores não são os conflitos e sim a forma de enfrentá-los. Existem os extremos inadequados. Em um extremo, há os que, por insegurança, negam a existência dos conflitos ou fogem de enfrentá-los, fingindo que não existem. No outro, há os que partem para enfrentá-los inadequadamente pelo jogo “ quem ganha e quem perde” e, pior ainda pela luta, procurando destruir a parte oposta. A virtude está no meio, no equilíbrio, procurando-se resolver os conflitos pelo debate, em clima construtivo e transparente, todos ganhando com isso. Simbolicamente, como mostrado no filme de treinamento “A Guerra do Arco Íris”( distribuído pela Siamar) é como se um lado fosse a cor amarela e o outro a cor azul. Com o debate as cores se misturam e se tornam verde, representando a sinergia. Os dois lados saem ganhando. Querer enfrentar o mais forte no conflito é uma confrontação fatal, um verdadeiro suicídio. E, pelo contrário, ceder além dos limites por insegurança, é uma concessão fatal. E quando o mais forte se impõe pela força, o que consegue é a submissão aparente.: O mais fraco finge que concorda mas não se compromete nem adere internamente. E, no extremo oposto, quando o mais forte cede além dos limites é paternalista, como os pais em casa e os chefes no trabalho, sendo bonzinhos. Cedem o que não podem, protegendo mais do que devem, não possibilitando o crescimento de filhos ou funcionários, que ficam mal acostumados e despreparados.





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