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O clube de troca com sua moeda solidária como mecanismo
de crédito |
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Inicialmente poderá parecer estranho colocar o
conteúdo de clube de troca e moeda solidária
na área de crédito. No entanto, o clube
de trocas funciona como um mecanismo de capitalização
através da permuta de bens, serviços, comestíveis,
plantas, roupas, quadro, enfim, tudo que existe na economia
formal. A genialidade está na forma do intercâmbio
sócio-econômico, no mecanismo multi-recíproco
utilizado para fazer as trocas, no qual um grupo de indivíduos
se reúne para realizar trocas e para isso emite
uma moeda, que somente tem valor e aceitação
no grupo. Também é formada uma espécie
de comissão que funciona como coordenadora do processo,
fazendo o papel de banco central dessa moeda solidária.
A coordenação é responsável
pela emissão, guarda, distribuição,
controle e escrituração da moeda (quanto
cada membro do grupo recebeu de moeda). Quando uma pessoa
adere um clube ela recebe uma quantidade de moeda solidária
o que equivale a uma quantidade de crédito obtido
junto ao grupo. De posse dessa moeda pode transacionar
dentro do grupo: comprar e vender. Logo, o clube de troca
é um mecanismo de crédito e capitalização
dos micros e pequenos empresários do setor formal
e informal, daí o Geranegocio ter tratado o tema
como elemento da sua área de crédito.
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- Moeda
de troca |
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A moeda social não é um sistema alternativo
e sim complementar à economia. Ela é produzida,
distribuída e controlada por seus usuários.
Por isso, o valor dela não está nela própria,
mas no trabalho que pode fazer para produzir bens, serviços,
saberes. Esta moeda não tem valor até que
se comece a trocar o produto pelo produto, o serviço
pelo serviço, o produto pelo serviço ou o
serviço pelo produto. A moeda começa a servir
como mediadora destas trocas. Ela é diferente também
porque não está ligada nenhuma taxa de juros,
por isso não interessa a ninguém guardá-la,
mas trocá-la continuamente por bens e serviços
que venham responder às nossas necessidades.
No mundo de hoje, a moeda mudou o conceito do valor das
coisas e dos bens, redirecionando para o valor do trabalho
humano que elas representam.
É uma moeda isenta de imposto e a prova de inflação,
o que é justo, pois uma hora de serviço sempre
equivalerá a uma hora.
Ao fazer parte deste sistema, vai sendo criado um tecido
social que integra as pessoas numa rede segura que oferece
proteção contra as mudanças. A moeda
social faz com que os membros da rede gastem menos com moedas
correntes.
As pessoas que utilizam as moedas sociais praticam a solidariedade,
a fraternidade e o amor, elas são prosumidoras, termo
inventado por Alfin Toffler em seu livro A Terceira Onda,
ou seja, pessoas que são ao mesmo tempo consumidoras
e produtores de bens e serviços.
O dinheiro que é criado é gasto e investido
localmente, permitindo saber o que acontece com o nosso
dinheiro. "Dizem que o dinheiro não tem coração,
não tem alma, não tem consciência e
não tem pátria, só conhece a ganância.
É chegado a hora de darmos um chão, um espírito,
um coração a nossa moeda local." (Autor
- Altagracia Villareal - Coalizão Rural do México).
A troca de bens e serviços entre empresas nem sempre
envolve valores ou necessidades equivalentes. Para que sejam
permutados, então, é necessária a adoção
de uma "moeda" que circule livremente entre os
associados a uma rede de trocas e que alguém gerencie
essa moeda.
Exemplo de quem faz esse serviço, a empresa Tradaq
funciona como uma "Bolsa de intercâmbio"
e reúne cerca de 300 associados. A moeda adotada
pela Tradaq é o "único", uma unidade
de crédito, válida apenas entre as empresas
associadas, e que tem valor correspondente a R$ 1.
Segundo Marco Antonio Del Giudice, diretor de marketing
da Tradaq, a permuta multilateral de bens e serviços
finais é um negócio inovador, que se destina
a empreendedores que tenham faturamento anual de pelo menos
R$ 1 milhão. "É necessário que
as empresas estejam sempre comprando e vendendo entre si",
afirma.
Del Giudice diz que o modelo não se aplica à
realidade das pequenas empresas devido aos baixos ganhos
de escala. "A natureza desse negócio não
se presta a tanto." A Tradaq, no entanto, tem sócios
com receita anual inferior a R$ 1 milhão.
As moedas "complementares" não têm
inflação, não podem ser poupadas e
aplicadas, portanto não há juro, jamais escasseiam
e só podem circular dentro de clubes ou de redes
de trocas.
Exemplo de sucesso - Na comunidade da favela Conjunto
das Palmeiras, em Fortaleza (CE), onde 90% dos 30 mil moradores
ganham até dois salários mínimos, a
moeda social se chama Palmares. A Associação
dos Moradores do Conjunto Palmeiras criou um banco que faz
empréstimos, financia negócios e concede cartão
de crédito para a sua clientela, formada por famílias
de baixa renda. Quando teve início, o Banco Palma$
contava com uma capital de R$ 6.500 e 77 correntistas. Em
meio à alta dos juros provocada pela crise asiática,
o Palma$ cobrava uma taxa de 1,5% ao mês. A área
de atuação do banco, no entanto, é
restrita ao Conjunto Palmeiras, que tem cerca de 30 mil
habitantes com renda média de dois salários
mínimos (R$ 240). O coordenador do Banco Palma$,
João Joaquim de Melo Neto, diz que a idéia
surgiu quando a associação decidiu eleger
a geração de emprego e de renda como prioridade.
"Decidimos criar um banco que estimulasse empreendimentos
entre os moradores e que, ao mesmo tempo, viabilizasse o
consumo interno na comunidade", diz Melo.
Atualmente, o carro chefe dos serviços prestados
pelo banco é o Palmacard, um cartão de crédito
que dá acesso a compras numa rede de 57 pequenos
estabelecimentos do bairro. O limite do cartão é
de R$ 20, mas sobe gradativamente até R$ 100, dependendo
do comportamento do usuário. O pagamento das compras
efetuadas com o cartão é feito mensalmente,
sem cobrança de juros. Melo explica que o cartão
fortalece comerciantes do bairro e ajuda os moradores em
pequenas compras de emergência. "Nós constatávamos
que muitos pequenos comerciantes decretavam falência
porque os moradores compravam onde trabalhavam. O cartão
muda essa situação e pode acabar com o fiado."
A mesma filosofia foi adotada na linha de crédito
criada pelo Banco Palma$ para financiar compras de móveis,
roupas e eletrodomésticos até R$ 200. O pagamento
pode ser feito em dez meses. "A nossa única
exigência é que o produto seja comprado de
um pequeno empresário do bairro. Queremos criar mercado
para produtos fabricados pelos moradores."
O Banco Palma$ concede ainda empréstimos de até
R$ 300 para que moradores possam montar pequenos negócios
ou comprar equipamentos para trabalhar.
Segundo Melo, a inadimplência tem sido nula desde
o início do funcionamento do banco. A clientela em
potencial são os 657 membros da associação
de moradores.
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- O
que é Rede de Trocas Solidárias? |
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Rede
de Trocas ou Clube de trocas, como também pode
ser chamado, é uma organização que
promove o intercâmbio de produtos e serviços
entre as pessoas, onde se privilegiam os valores humanos
e sociais sobre a especulação e as condições
materiais.
A troca como atividade social existe desde o princípio
dos tempos e consiste numa atividade essencialmente baseada
na negociação entre duas partes - pessoas
ou grupos de pessoas - que chegam a um acordo de que algo
é equivalente a outro algo e passível de
troca.
Com a grande concentração de renda que o
mundo vive hoje o dinheiro está ficando cada vez
mais escasso e se concentrando nas mãos de poucas
pessoas.
Atualmente, 95% do capital mundial está a serviço
da especulação financeira. Por isso, o cidadão
tem o direito de se organizar de outras formas. É
aí que surgem as Redes de Trocas Solidárias.
Um espaço construído a partir da solidariedade
de grupos, criando uma reflexão de como cada pessoa
que está excluída do mercado convencional
poderá trocar os seus produtos, conhecimentos,
serviços, trabalhos e cultura de forma direta ou
através das moeda social alternativa - que é
um instrumento dessa nova economia - com um compromisso
responsável de que quanto mais se utiliza as moedas
sociais mais se chega a uma economia verdadeiramente humana
para que se possa compartilhar e melhorar a qualidade
de vida.
O que se precisa ou se oferece só pode ser aceito
dentro das redes de desenvolvimento local que se espalham
pelo Brasil e pelo mundo. É importante dizer que
nestas feiras cada grupo estabelece um termo
de compromisso e um regulamento de funcionamento por
escrito entre as redes e o núcleo.
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- Origem
de Rede de Trocas Solidárias |
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A economia solidária parte da organização
do consumo, ou seja, a comunidade realiza compras coletivas,
permitindo o barateamento dos preços. Metade dos
produtos produzidos nessas localidades é vendida
em cooperativas populares. A longo prazo, a prática
da economia solidária possibilita a criação
de um fundo de produtos excedentes e que possibilita o
investimento em novos empreendimentos e na remontagem
das cadeias produtivas. Essa é apenas uma das milhares
de outras possibilidades de funcionamento da economia
solidária. De qualquer forma, todas as práticas
fazem parte de um sistema antagônico à lógica
do capital.
Essa idéia de economia solidária surgiu
há bastante tempo. Algumas apareceram na Europa,
no final da década de 50. A repercussão
foi grande e contribuiu para o crescimento dessa prática
no Brasil, por exemplo. Hoje já existem milhares
de comunidades que aderiram à economia solidária.
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- Rede
de Trocas no Mundo |
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Na
Argentina, dia 1 de maio de 1995, foi criado o primeiro
clube de trocas. Hoje, calcula-se que cerca de 500 mil argentinos
já tenham se cadastrado nas redes, movimentando aproximadamente
4 bilhões de dólares/ano. Neste país,
por exemplo, existem Clubes de Troca que contam com a participação
de cerca de 250 mil pessoas. Toda semana eles fazem uma
grande feira e realizam trocas utilizando uma moeda criada
pela própria comunidade.
Na França, o Clube de Trocas foi criado em 1994 e
conta atualmente com mais de 60 mil pessoas integrando os
grupos. Já a Coalizão Rural na costa Atlântica
do México e EUA organizou uma bolsa binacional de
produtos para promover um comércio solidário.
Em Vancouver, no Canadá a partir da recessão
do início da década de 80 aparecem os primeiros
grupos - como os "LETS" - (Local Exchange Trading
System), criado a partir de uma crise na indústria
madeireira. Na Austrália, existe o DINHEIRO VERDE;
na França, SEL (Systémes d'Echanges Local);
nos EUA, HOURS, no México, existem várias
experiências, como a TLALOC e o Boja; na Argentina,
a moeda é o Trueque (crédito). O primeiro
Clube de Trocas da Argentina surgiu em Bernal, província
de Buenos Aires, em abril de 1995.
Na Argentina, estimam-se em mais de quinhentos clubes, em
17 províncias, vinculados diretamente ou não
à Rede Global de Trocas. Estima-se em 230 mil pessoas
envolvidas nesta atividade, correspondendo a um total de
1,5 a dois bilhões de pesos conversíveis (a
dólares americanos de transações anuais
o que não é muito na economia do país,
mas também não é desprezível. |
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- Rede
de Trocas no Brasil |
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A
organização das trocas no Brasil tem duas
etapas. Na primeira, a experiência inspirou-se no
modelo francês, que promove as trocas de saber (com
um contigente, hoje de aproximadamente 25 mil pessoas).
Este modelo foi iniciado no Brasil, no ano de 1991, com
o apoio da Associação para o Desenvolvimento
da Intercomunicação (ADI), entidade que
vem promovendo diversas trocas de saber até hoje.
A segunda etapa começou em 1998 e foi inspirada
no modelo argentino: às trocas de saber foram acrescentadas
as trocas de produtos e serviços.
Temos relatos de experiências em São Paulo,
Rio de Janeiro, Fortaleza, Florianópolis e Porto
Alegre. O Clube de Trocas surgiu em São Paulo em
setembro de 1998, no bairro de Santa Terezinha, Pedreira,
Santo Amaro. É um espaço onde os associados
trocam entre si produtos, serviços e saberes, de
uma forma solidária, promovendo a auto-ajuda, num
sistema alternativo à economia vigente, que respeita
normas éticas e ecológicas.
O modelo, utilizado pela primeira vez em 1998 no bairro
de Santo Amaro, São Paulo, é inspirado na
experiência argentina. Aqui no Brasil, temos experiências
parecidas em comunidades de Florianópolis, que
criaram a Ecosol; Fortaleza, com a Palmares; e no Rio
de Janeiro, onde usam a moeda Tupi.
A Abaporu, uma destas redes, é uma rede de trocas
solidárias onde seus participantes poderão
trocar seus produtos e serviços, Que pode ser textos,
imagens, músicas, poesias ou qualquer coisa que
possa ser enviada usando a Internet, através de
e-mail.
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- Experiências
de sucesso |
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Para
u ma senhora, que participou de uma feira o "Troc
A Tout" foi uma grande descoberta, porque antes ela
estava desempregada, tinha muitos filhos e filhas para
manter e com frequência caía em depressão
e desespero. Uma amiga a convidou para ir ao "Troc
a tout" e ela se animou em levar uns calçados
de panos que sabia fazer. Em poucas semanas, esses calçados
foram muito valorizados pela comunidade, que comprou quase
todos. Este resultado fez com que ela descobrisse o valor
do seu trabalho e aumentasse a sua vendas. Além
disso, outras pessoas do mercado convencional a contrataram
para que produzisse estes calçados sob encomenda.
Ela vendia tanto no mercado alternativo como no convencional,
porém o mais importante para ela havia sido descobrir
o seu valor como pessoa, aumentado a sua auto-estima.
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- Como
montar uma Rede de Trocas Passo-a-passo |
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A
experiência de formação de um clube
de trocas varia conforme a realidade da área de
atuação. As situações são
diferentes em cada local, devido à cultura, o grau
de formação e as diferentes necessidades
das pessoas envolvidas. Por isso, podemos dizer que nem
tudo que é utilizado em um local funciona no outro,
sendo necessário verificar se a estratégia
até então utilizada precisa ou não
ser alterada. Procuramos adotar procedimentos específicos
para cada local, para concretizarmos os nossos objetivos:
1.
Reunir grupo de no mínimo cinco pessoas e no
máximo 50 pessoas. A partir deste número,
recomenda-se constituir outro grupo.
2. Escolher coordenador, secretário e
tesoureiro do grupo.
3. Estabelecer um Termo de Compromisso por escrito
dos participantes com a rede e o núcleo.
4. Proposta, discussão e votação
para escolher o nome do grupo, nome da moeda e equivalência.
No caso do nosso Mutirão da Serra, por exemplo,
escolhemos a equivalência/lastro para a nossa
moeda social (Tupi) e a fração (Mirim),
decidimos que o participante receberia T$ Tupis em bilhetes
proporcional ao valor de produtos ou serviços
que foi colocado no dia na Feira de Trocas.
5. Cadastrar em formulário próprio
fazendo um catálogo das demandas e um cadastro
de todos os participantes com nome e telefone e que
apresentem verbalmente o que tem para oferecer e suas
necessidades. Os participantes, neste momento de exposição,
já identificam aqueles produtos/serviços
que lhe interessam podendo levantar a mão para
melhor se identificar.
6. Reflexão do grupo, enfatizando como
uma alternativa ao mercado capitalista, por uma economia
em nossas mãos, uma Globalização
solidária, fator de emponderamento das pessoas,
tirar dúvidas e esclarecimentos.
7. Leitura da Carta de Princípios que
cada grupo deverá elaborar.
8. Feira
9. Confraternização - Encerramento.
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- Como
organizar uma feira? |
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A
proposta de formar um clube de trocas é extremamente
atraente. Sempre que apresentamos este modelo, as pessoas
que recebem a informação aprovam sua implantação
de imediato, mas a teoria está sempre distante da
prática. Este talvez seja o maior obstáculo
na formação de um clube - a teoria. Mas como
colocar no papel o que pensamos ser bom para nossas vidas?
Quando assumimos o compromisso de montar um clube, orientamos
as pessoas interessadas a não fazerem muitas reuniões
para discutir como vai ser o clube. É mais indicado
que se marque uma primeira feira e trabalhe-se com metas
para que um maior número de produtos, serviços
e saberes cheguem a este primeiro evento. Se fizermos muitas
reuniões o grupo vai se desgastando e perdendo o
entusiasmo.
Para realizar a primeira feira, trabalhamos de uma forma
mais prática e informal: "O que você vai
levar na feira de trocas?". Vamos relacionando e verificando
se os produtos não se repetem, pois precisamos de
diversidade para bem promover as trocas. Se percebemos que
um produto está se repetindo procuramos conversar
com alguns futuros sócios sobre a possibilidade de
trocar o produto que ele pretendia levar à feira.
Esclarecemos que a repetição de produtos impossibilita
o fluxo das trocas no dia da feira, pois ninguém
vai se interessar em trocar um produto pelo mesmo que já
esta levando.
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| Assist.
Financeiro |
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Simula
as transações financeiras do seu dia-a-dia:
empréstimos, desconto de cheques e duplicatas etc.
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| Ger@facil |
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Aprenda
a fazer a sua peça de artesan.
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| Páginas
Azuis |
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Consulte
a maior lista de serviços da internet!
Aqui você vai encontrar tudo para montar seu negócio.
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